

E aí o homem construiu os Deuses a sua imagem e semelhança, num processo intuitivo onde Sábios e Mestres canalizaram escrituras, conceitos teológicos, rituais, sistemas filosóficos, técnicas psio-físicas e de meditação, e métodos de cura e de iluminação.
Repare que todas as mitologias são funcionais: o deus da chuva, da fertilidade, da justiça, da força, da verdade...
E assim, os Deuses são como espelhos que refletem para nós a plenitude que já tempos e somos, e que está inconsciente ou sub-utilizada em nós.
Como os Deuses são a própria personificação egregórica e arquetípicas destas virtudes e qualidades universais (que todos já possuem) estes Seres - Guardiões , Devas, Anjos, Orixás ou Animais de Poder – são simultaneamente separados de nós, e ao mesmo tempo são quânticamente nós mesmos, em outras dimensões.
Toda a atividade humana tem a sua Egrégora, seu grupo de seres que interagem com o mundo encarnado (Guias, Mestres, antepassados). Cada família, cada religião, cada hospital, cada escola, cada grupamento humano tem sua Egrégora.
Ao mesmo tempo em que o somatório das intenções, pensamentos e sentimentos de um grupo de pessoas focadas em um mesmo objetivo, geram um ser egregórico, uma entidade quântica/energética que vai proteger e amplificar sinergicamente toda a energia gerada (positiva ou negativa).
Então, a Egrégora é uma energia que acontece nestas duas vias: por um lado são inteligências superiores que administram o Universo e que interagem com o ser humano para dinamizarem e harmonizarem sua caminhada.